Gafe de apresentadora do SporTV com cego vira hit na internet

A apresentadora Fernanda Gentil, do canal SporTV, cometeu uma gafe ao entrevistar o coordenador de um projeto que leva deficientes visuais para os jogos da Copa do Mundo.

Ao apresentar o entrevistado, Fernanda comete duas gafes. Uma menos grave, ao dizer que o entrevistado leva os cegos para assistir aos jogos.

Depois, ela estende a mão para cumprimentar o entrevistado, que, por ser cego, não responde ao cumprimento. Com um sorriso sem graça, a apresentadora abaixa a mão e continua a apresentar o programa.

A apresentadora comentou o escorregão com bom humor em seu perfil no Twitter.

“Hahaha obrigada gente, muito obrigada! Realmente foi sem pensar! É muita gentileza… o que importa é que o projeto dele é muito legal!!!”, escreveu. “Acontece gente! Quis ser gentil!”, completou.

“Pelo menos eu tentei. Sério, foi péssimo!”, escreveu ela antes em resposta a uma seguidora.

Assista ao vídeo:

Fonte: Folha.com

Não consigo parar de rir, kkkkkkkkkkkkkkkkk… fala sério, kkkkkkkk…

Flávia Aleixo.

Published in: on junho 30, 2010 at 18:19  Comments (1)  

Supremo começa a julgar nesta quarta intervenção federal no DF

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta quarta-feira (30) o pedido de intervenção nos poderes Executivo e Legislativo do Distrito Federal, feito pelo Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em fevereiro. Em pareceres enviados ao STF, a Procuradoria do Distrito Federal se manifesta contra a intervenção.

O pedido foi feito depois da prisão do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), acusado de comandar um suposto esquema de corrupção que envolvia o pagamento de propina a parlamentares e membros do governo do Distrito Federal. O escândalo ficou conhecido como mensalão do DEM. Arruda acabou perdendo o mandato por infidelidade partidária por decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal.

O presidente do STF e relator do processo, ministro Cezar Peluso, afirmou, porém, que o processo será levado a julgamento. O porta-voz da presidência do Supremo, Pedro Del Picchia, disse que o relatório será lido em plenário.

Ex-ministro do STF, o jurista Carlos Velloso explica que a tradição do Supremo é julgar questões “complexas e de grande relevância” com a presença de todos os ministros. “A tradição é aguardar. Por isso, pode ser que adiem o julgamento, tendo em vista a falta de três ministros, mesmo tendo o quórum mínimo constitucional para que seja tomada a decisão”, explica o jurista.

Velloso lembra que o Supremo já negou mais de cem pedidos de intervenção federal em estados, desde a Constituição de 1988. Ele justifica o histórico ressaltando o impacto de uma medida desse tipo. “A intervenção é um ato patológico. Atenta contra a autonomia do estado e contra a federação”, disse.

Para o ex-ministro, o Supremo deveria analisar a medida com cautela, pois, segundo ele, as instituições no DF estão funcionando regularmente. “A corrupção não é motivo para intervenção, considerando que as investigações estão sendo feitas com eficiência. O ex-governador foi preso e afastado e deputados envolvidos estão sendo punidos”, avaliou.

Adiamento

Em entrevista ao G1, nesta terça-feira (29), o ministro do STF Marco Aurélio Melo defendeu o adiamento do debate sobre a questão e também afirmou que o caso de intervenção no DF não é de “urgência urgentíssima”.

“Tanto não é o caso que o DF está funcionando. Houve até um saneamento na administração pública. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão funcionando. Não é uma sangria desatada”, avaliou Marco Aurélio.

Pelo mesmo motivo, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, entende que não haveria mais necessidade de intervenção nos poderes locais. O representante da OAB rechaça a possibilidade de que a intervenção seja autorizada para apenas um dos poderes. Para ele, não há como “fatiar” o pedido da PGR, uma vez que o suposto esquema envolvia parlamentares e membros do Executivo local.

Ao contrário de outros juristas, Ophir Cavalcante ressaltou a importância de que o Judiciário dê uma resposta rápida à sociedade sobre a questão. “Não pode ficar a pendência que acaba deixando uma espada no pescoço da administração pública do DF. A sociedade anseia por uma resposta, é uma situação que incomoda”, afirmou o presidente da OAB.

O procurador-geral da República, no entanto, espera uma definição positiva da Suprema Corte sobre a intervenção no DF. Segundo a assessoria da PGR, Gurgel cancelou a agenda e passou a terça-feira finalizando a preparação da sustentação oral e do material para o julgamento desta quarta.

Na última semana, ele chegou a afirmar que há indícios de continuidade do supostos esquema de corrupção no DF e refutou o argumento de que a situação no DF já teria se normalizado. “Não perdeu o ‘timing’. Continuamos com os mesmos problemas, e o atual governador não tem condições de sanear os problemas, porque foi eleito com votos dos mesmos deputados envolvidos no esquema”, argumentou Gurgel. Procurado após a afirmação de Gurgel, o governador disse, por meio de sua assessoria, que não comentaria a declaração.

No dia 17 de abril, em eleições indiretas, o ex-membro do governo Arruda, Rogério Rosso, foi eleito em pleito indireto com 13 votos dos 24 deputados distritais da Câmara Legislativa do DF. Desde que indícios de corrupção foram revelados pela investigação da Polícia Federal, em novembro do ano passado, apenas a deputada Eurides Brito (PMDB) foi cassada pela Câmara. Ela ficou conhecida por aparecer em vídeos do escândalo guardando maços de dinheiro na bolsa.

Outros dois deputados que também foram flagrados em vídeos renunciaram ao mandato para fugir da cassação –Leonardo Prudente (sem partido, ex-DEM), que apareceu em vídeos guardando dinheiro nas meias, e Junior Brunelli (PSC), que foi gravado rezando pela suposta propina recebida no esquema. Em várias oportunidades, os dois negaram envolvimento com o suposto esquema.

Na semana passada, a Comissão de Ética da Câmara Legislativa reabriu processos por quebra de decoro parlamentar contra cinco deputados citados pelas investigações do mensalão: Rogério Ulysses (sem partido, ex-DEM), Aylton Gomes (PR), Roney Nemer (PMDB), Benedito Domingos (PP) e Benício Tavares (PMDB). Todos os citados já negaram participação em irregularidades.

Antes mesmo do início do julgamento, existe a expectativa de que uma definição sobre o assunto fique para o próximo semestre, já que a sessão desta quarta é a penúltima antes do recesso do STF, que vai de 2 de julho a 2 de agosto.

Um dos motivos para o adiamento da decisão é a ausência de 3 dos 11 ministros que compõem o pleno da Suprema Corte. Os ministros Ellen Gracie, em viagem oficial a Marrocos, Joaquim Barbosa, em licença médica, e Eros Grau que está em processo de aposentadoria, não participam do julgamento.

Fonte: G1

Published in: on junho 30, 2010 at 11:11  Deixe um comentário  

Testamento não é para ricos, até quem possui poucos bens deve fazer um

Embora sejam muito populares em outros países, entre nós eles não são assim tão comuns. Estima-se que, no Brasil, menos de dez por cento das pessoas que deixam herança o fazem por meio de testamento. Isso se deve em parte por razões culturais, em parte pela desinformação. As razões culturais estão relacionadas, em parte, à falta de hábito de pensar a longo prazo. Se não são muitos os que costumam traçar metas para os anos vindouros e planejar a aposentadoria, o que dizer então de pensar na distribuição de seus bens após a morte?

Não se pode desconsiderar, também, uma certa dose de superstição. Já ouvi gente dizendo que fazer testamento trazia “maus agouros”. Ora, sem querer entrar na seara da filosofia, se existe uma coisa certa na vida é o fato de que um dia a deixaremos. Sendo assim, porque não facilitar a vida de seus descendentes, organizando, com antecedência, a distribuição dos bens que no futuro eles irão herdar?

Outro problema que torna muita gente avessa a esse procedimento é a falta de informação. Não são poucos os que dizem: “Fazer testamento, eu? Mas meu patrimônio é tão modesto. Testamento é coisa de rico”. Ledo engano. A lei não impõe restrições quanto ao tamanho do patrimônio de quem deseja testar. Mesmo quem possui poucos bens tem o direito de fazer um testamento.

Uma das vantagens é que, assim, você tem a oportunidade de organizar a partilha de seus bens quando não estiver mais aqui para olhar por eles e, em certa medida, contribuir para evitar eventuais desentendimentos entre os herdeiros. Outra vantagem é que, por meio do testamento, você poderá beneficiar pessoas que não teriam o direito de receber coisa alguma caso a partilha ocorresse na ausência desse documento. Isso porque, na inexistência de um testamento, a partilha se dá por meio da chamada sucessão legítima, que privilegia os herdeiros necessários (filhos, netos e bisnetos, pais, avós e bisavós, e cônjuge).

Não havendo herdeiros necessários, os próximos na linha sucessória são os irmãos, tios, sobrinhos e primos. E não havendo nenhum desses, a herança é considerada jacente, ou seja, fica à disposição do Estado. Portanto, se você possui herdeiros necessários, mas deseja beneficiar também algum outro parente, ou um antigo funcionário, ou mesmo uma instituição de caridade, só poderá fazê-lo por meio de um testamento.

A lei exige que o testador (o autor do testamento) seja maior de 16 anos e capaz (isto é, que tenha pleno uso de suas faculdades mentais). E não há limite de idade. Mesmo quem está à beira de seu centésimo aniversário pode testar, desde que sua lucidez tenha sido preservada. Outra informação importante é que, quem possui herdeiros necessários, só pode dispor da metade de seus bens em testamento, pois a outra metade é obrigatoriamente reservada a eles. Quem não os possui, porém, pode dispor de todo o seu patrimônio como quiser.

Há três modalidades mais comuns de testamentos: o público, o cerrado e o particular. Os dois primeiros são feitos em cartório, na presença de duas testemunhas, sendo que o público tem seu conteúdo conhecido e o cerrado é mantido em segredo. O particular é feito na presença de três testemunhas e não é registrado em cartório. Pode parecer mais simples, mas não é necessariamente mais seguro: se as testemunhas tiverem morrido ou não puderem ser encontradas no momento de sua abertura, o testamento corre o risco de ser anulado. Por fim cabe lembrar que o testamento pode ser refeito ou alterado quantas vezes o testador quiser.

Pense nisso: você tem o direito de organizar a partilha do patrimônio que tanto se esforçou para construir. E usufruir desse direito é muito mais simples do que se imagina.

Fonte: Consultor Jurídico

Published in: on junho 30, 2010 at 11:02  Comments (2)  

Mãos de Esaú, voz de Jacó…

Caros leitores… sábado passado a Igreja Batista Central recebeu o pastor Márcio Rocha (Ministério Apascentar – Rio de Janeiro) que pregou uma palavra sobre Esaú e Jacó. Durante a ministração ele fez uma comparação interessante ao usar uma garrafa de Coca-Cola, com Pespi dentro, como exemplo, e conseguiu mostrar o quanto as pessoas se enganam ao viverem uma vida de aparência e que não é para elas. Ao começar a ler hoje cedo me deparei com este texto abençoado do pastor André Lepre, que falou muito ao meu coração, e compartilho com cada um de vocês. Lanço uma pergunta para que reflitam todos os dias: Qual é o teu nome?

Boa leitura…

Texto base:

(Gênesis 32:27) – E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó.

(Gênesis 32:28) – Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.

(Gênesis 27:22) – Então se chegou Jacó a Isaque seu pai, que o apalpou, e disse: A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú.

Anteriormente fizemos uma reflexão baseada em uma revelação de Deus acerca de um determinado momento da história de Jacó. A história refere-se ao capítulo 34 de Gênesis quando Jacó está passando por uma grande dificuldade por causa de uma atitude precipitada de seus filhos e Deus então manda que Jacó suba mais uma vez à Betel para ali edificar um altar para Ele.

Mais uma vez enveredamos pela trajetória de Jacó, movidos por outra revelação de Deus, algo que me alegra muito, pois particularmente sou apreciador da história de Jacó. Entendo que a história de Jacó explicitada pela Bíblia é uma rica fonte de lições e aprendizados para os nossos dias.

Alguns comentaristas (se não a maioria) têm Jacó como um enganador, um usurpador, um trapaceiro e até mesmo um ladrão, devido à história de Jacó ter comprado a primogenitura de seu irmão Esaú. Entendo analisando um pouco o comportamento de Jacó, que ele não usurpou, enganou, trapaceou e muito menos roubou seu irmão. Podemos considerar que ele não foi muito ético, mas usurpar creio ser algo distante. Podemos ver em Gênesis 25:30 que é Esaú que pede comida a Jacó. Não partiu de Jacó oferecer a sua comida pela primogenitura. Ao ser interpelado por Esaú a respeito da sua comida, Jacó então faz uma proposta a seu irmão: “Vende-me a tua primogenitura…” E Esaú que não dava tanta importância assim, acabou aceitando a proposta.

Jacó pode não ter sido muito ético, mas ele comprou aquele direito, pagou barato, mas comprou.

Jacó é o terceiro elemento na base patriarcal de Israel. O 1o. Abraão e o 2o. Isaque.

Analisando o comportamento de cada um notamos que Jacó é o mais humano de todos eles, pois vive com muita intensidade a sua vida, seus conflitos internos e externos tornando-se assim um vasto campo de aprendizado para cada um de nós.

Essa reflexão se baseia agora no momento em que Jacó está prestes a sair fugido da casa de seu pai na cidade de Berseba para não morrer nas mãos de seu irmão Esaú, ir em direção à casa de seu tio Labão localizada em Harã e retornar à casa de seu pai recebendo uma palavra profética de Deus para sua vida registrada no texto base.

Jacó era um homem obstinado. A obstinação é uma qualidade. Ser obstinado é ser alguém determinado, alguém que luta por uma visão, um sonho, mas pode tornar-se um defeito na medida em que isso faz com que tornemo-nos antiéticos em nossa conduta nos levando a passar por cima de qualquer um.

Jacó era obstinado. Queria ser abençoado, ilustre, reconhecido, mas isso não lhe dava o direito de passar por cima do seu irmão.

Deparamos-nos com pessoas que acham que devem lutar com um irmão, passa-lo para trás, falar mal dele, e até mesmo destruí-lo para conquistar alguma coisa.

Aquilo que está determinado para sua vida ninguém roubará. Confie em Deus!

A nossa vitória não está condicionada em passar ninguém para trás. O segredo da vitória não é estarmos lutando um contra o outro. Todos nós precisamos de amigos. No momento de grande angústia no Getsêmani, Jesus chamou os seus amigos mais chegados, ou seja, Pedro, Tiago e João para poder compartilhar a sua luta, a sua angústia. Temos que ir à igreja, temos que trabalhar, temos que conviver com a família com o objetivo não de encontrarmos competidores, mas sim, amigos.

Jacó conviveu durante anos com aquilo que chamo de “síndrome da primogenitura”. Quando adquiriu a consciência das coisas ao seu redor, Jacó começou a desejar aquilo que não lhe pertencia.

Pela atitude de Jacó entendo que ele pensava precisar da primogenitura para ser abençoado. O primogênito tinha direito a 50% da herança de seu pai, recebia um tratamento especial. E isso era um atrativo para Jacó. Ele queria ser o primogênito.

Ele lutou pela primogenitura achando que para ser um vencedor precisava disso. Mesmo comprando o direito, o primogênito continuava sendo Esaú. Jacó já era abençoado por Deus e a sua benção já estava garantida porque em Gênesis 25:23 disse o Senhor à Receba sua mãe quando ainda ele estava no ventre com Esaú: “Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor.”  

Deus já tem garantido muitas bênçãos para sua vida. Não deseje aquilo que pertence a outro. Veja o exemplo de Geazi porque desejou o que não lhe pertencia ficou leproso e toda sua descendência nasceu leprosa.

Não se precipite. Aguarde o tempo da promessa se cumprir.

Como vimos acima em Gênesis 25:23, Deus havia prometido a Rebeca que o maior serviria ao menor. Deus estava dizendo que Esaú serviria a Jacó. Deus já havia garantido a vitória. Será que Rebeca não contou isso para Jacó, sendo ele o preferido dela? Acredito que sim. Mas o problema de Jacó e que se torna o problema de muitos crentes hoje em dia é não aguardar o tempo de Deus em sua vida. Ele não esperou o tempo da promessa e com isso acabou precipitando-se. E a precipitação é a tomada de decisão por referência da nossa própria consciência, da nossa lógica humana, dos nossos pensamentos. A precipitação traz conseqüências sérias para nossa vida. Abraão havia recebido a promessa de Deus de lhe dar um filho, fruto do ventre de Sara, mas ele resolveu dar ouvidos a Sara e concordou em deitar-se com Agar e dessa relação nasceu Ismael. Nasceu Ismael, Sara ficou grávida, nasceu Isaque e Abraão teve que expulsar seu filho Ismael de sua casa para que um mal maior não acontecesse à sua família. Deus estava consertando o erro da sua precipitação, mas as seqüelas ficaram porque toda atitude precipitada deixa uma seqüela, deixa uma marca. E a marca que ficou para a humanidade é que os descendentes de Ismael (os Árabes, os moradores da Palestina, os Libaneses) e os descendentes de Isaque (os judeus) se enfrentam até hoje com milhares e milhares de mortos, são mais de 5.000 anos de guerra.

Por causa de sua precipitação Jacó agora tem que fugir da casa de seu pai. Jacó vai de Berseba a Harã percorrendo cerca de 1.050 km e encontra Labão. Ao se deparar com a filha de Labão chamada Raquel, se apaixona por ela e então faz um acordo com Labão para trabalhar sete anos para ele em troca de se casar com Raquel. Trabalha sete anos para Labão e em uma artimanha de Labão é enganado e acaba se casando com a outra filha, Lia. Durante 20 anos tem o seu salário diminuído 10 vezes. Trabalha dia e noite sendo oprimido por Labão até conseguir casar-se finalmente com Raquel.

O que me faz entender que: Quem não espera o tempo de Deus, espera o tempo de Labão!

Há um tempo certo determinado para todas as coisas é o que diz Eclesiastes 3:7. Deus faz tudo perfeito no seu tempo.

No tempo certo tudo vai acontecer!

Antes de sair da casa de seu pai, Jacó entrou na tenda dele e enganou-o passando-se por Esaú, ou seja, Jacó passou-se por outra pessoa.

Ele quis ser abençoado com a identidade, com as credenciais de outra pessoa e isso não dura para sempre. Hebreus 4:13 diz: E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.

Vivemos um tempo de pregadores, cantores cover. Pessoas querendo ser cópias uma das outras. Querendo imitar um estilo, um jeito de cantar, de pregar, de orar. E isso nos dá a impressão de não confiarem e acreditarem em seu chamado. Não importa quem você seja porque a capacidade que há em cada um de nós vem de Deus (II Coríntios 3:4). Deus não precisa de dois Silas Malafaia, duas Aline Barros, dois Edir Macedo, duas Fernanda Brum…

Deus quer usar você do jeito que você é. Deus não trabalha na imitação, no artificial. Deus trabalha na originalidade.

A caminhada de Jacó é marcada por um lugar chamado Betel. Jacó saiu fugido da casa de seus pais, estava sendo ameaçado por seu irmão, tinha deixado o convívio da família e agora sai de Berseba e vai para Harã para andar cerca de 1.050 km, como se fosse do RJ à Curitiba a pé, passando pelo deserto, na companhia de cactos, serpentes, escorpiões, frio, calor, mas não eram somente essas coisas exteriores que o atormentavam, havia um conflito interior:

1º. Lutou a vida inteira para ser um vencedor e foi expulso de casa como um fracassado.

2º. A sua consciência o acusava

Quando pecamos ou cometemos algum erro o Espírito Santo nos convence desse erro. Além disso, certamente o diabo acompanhava Jacó para tentar desestruturá-lo emocionalmente. Entendo que ele devia lançar algumas dúvidas na mente de Jacó como, por exemplo: “É Jacó, o que você vai fazer da sua vida agora?” “Você sonhou que ia ser um vencedor e agora está aí sozinho, abandonado…”

Creio que já exausto não somente física, mas mentalmente e emocionalmente, Jacó resolve descansar e pega uma pedra que utiliza como travesseiro. O sono muitas vezes funciona para nós não como um momento de descanso, mas de fuga, de esquecimento. Dormindo nós até sonhamos com realidades totalmente diferentes com as quais convivemos.

E foi justamente isso que aconteceu. À noite algo de maravilhoso aconteceu. Deus lhe deu um sonho e nesse sonho Deus confirmava a promessa que havia feito a seu avô Abraão e a seu pai Isaque e que agora confirmava em sua vida (Gênesis 28:13-15).

Deus não te acusa. Deus não te abandona. Muitas vezes não entendemos o porquê de estarmos em certos momentos por baixo, mas isso em algumas circunstâncias se revela como uma estratégia de Deus porque o diabo te exalta para depois te humilhar, mas Deus permite a humilhação para depois te exaltar e o nome dEle ser glorificado. Deus está trabalhando a nosso favor mesmo nas piores situações que possamos estar.

Enquanto o diabo se levanta contra sua vida, Deus se levanta do trono pela sua vida!

As coisas começaram a mudar na vida de Jacó quando Deus falou com ele e então, ele decidiu fazer uma aliança com Deus. Milhões de pessoas todos os anos vão às praias no dia 31 de Dezembro para fazer aliança com iemanjá, outras tem feito aliança com políticos, outras com gerentes de bancos, outras com empresários… Jacó decidiu fazer uma aliança com Deus em Betel. Jacó percebeu que aquele lugar não era um lugar comum porque onde Deus está tudo é diferente. Se você decidir fazer uma aliança com Deus tudo será diferente na sua vida!

Até este momento Deus era conhecido como o Deus de Abraão e o Deus de Isaque, mas quando Jacó faz aliança com Deus, Ele também passa a ser conhecido como o Deus de Jacó.

É como se Deus dissesse para ele: “A tua vida não será a mesma…” “Você não terá essa perspectiva de derrota, Eu vou te fazer vencer, crescer, te abençoarei e multiplicarei a tua descendência, você será grande Jacó…”

Apesar de toda dificuldade Jacó nunca chorou miséria, nunca murmurou. Em nosso meio há muitas pessoas que querem tudo de maneira fácil, sem esforço, sem luta. Jovens que não querem mais estudar, trabalhar. Jacó se ofereceu para trabalhar 7 (sete) anos da sua vida para casar com Raquel. Foi enganado por Labão e trabalhou mais 7 (sete) anos para enfim conseguir seu objetivo.

Não pense que um anjo virá te servir com uma bandeja. Não pense que Deus lhe dará as coisas de “mão beijada”. Ele mesmo disse para Adão: “Do suor do teu rosto comerás o teu pão”.

Trabalhe, lute, esforce-se pelos seus sonhos!

Podemos dizer que a vida de Jacó é dividida em três fases:

1ª. Fase – Betel (Lugar onde ele encontrou-se com Deus)

2ª. Fase – Harã (Lugar onde ele foi provado)

3ª. Fase – Peniel (Lugar onde Deus mudou a história dele)

Após 20 (vinte) anos Jacó volta para casa. Pega sua família, passa por Jaboque e depois volta. Por que Jacó voltou?

Ele saiu há 20 (vinte) anos, sua mãe era viva, seu irmão queria matá-lo e se vê aflito, apreensivo, com pressão e sente o desejo de estar a sós com Deus.

Nesse encontro ele recebe a visita do anjo e começa a lutar, dizendo: “Não te largo enquanto não me abençoar!”

Antes de passar por Jaboque diz a Bíblia que ele passa por um local e vê um acampamento de anjos (Maanaim), dando-lhe a certeza de que Deus estava lá e voltou de novo àquele lugar.

Essa atitude de Jacó me faz entender qual era o seu sentimento e é o que me faz entender por uma inspiração divina qual foi o seu maior acerto. Essa atitude de Jacó deixa a seguinte mensagem para mim: “Eu preciso voltar e acertar as contas com Deus!”

Não sei como está sua vida hoje, mas quem sabe hoje não é dia de você acertar suas contas com Deus?

Quem sabe hoje não é o dia de você rever alguns conceitos, algumas atitudes?

Como acertamos nossa vida com Deus?

No meio da luta, o anjo lhe pergunta: “Qual é o teu nome?”

Deus não erra o alvo e nada está oculto diante dEle. Há 20 (vinte) anos atrás Jacó entrou na tenda de seu pai que fez a mesma pergunta e ele respondeu: “Sou Esaú!”

Agora 20 (vinte) anos depois o anjo pergunta: “Qual é o teu nome?”

E ele responde: “Jacó, é o meu nome!”

Jacó é sincero com Deus reconhecendo os seus erros, a sua precipitação, a sua fragilidade diante do Deus todo poderoso. Jacó na presença de Deus não quis se passar por outra pessoa, ele foi verdadeiro, ele foi ele mesmo, sem máscaras.

Quem sabe você viveu até hoje sendo alguém que na verdade não é. Quem sabe você tentou viver até hoje um personagem. Querendo passar para as pessoas ao seu redor uma imagem diferente daquilo que você é. De repente pelo medo da rejeição, das pessoas não lhe aceitarem como você é.

Há pessoas que eram conhecidas como artistas da fé, mas hoje são conhecidas como verdadeiros adoradores do Senhor.

Outros eram conhecidos como Ananias e Safira, mentiam para Deus roubando-lhe o que era seu, mas hoje são conhecidos como amigo de Malaquias que entrega a Deus o que é de Deus.

Outros ainda eram conhecidos como Lázaro, estavam mortos, mas um dia eles ouviram a voz de Cristo dizendo: “Eu sou a ressurreição e a vida…”

O anjo disse para Jacó: “Não diga nunca mais que é Jacó, mas sim Israel.”

Israel significa: Homem de Deus

Hoje Deus muda o seu nome, mudando com isso a sua história.

Você podia ser conhecido como um fracassado, enganador, trapaceiro, mentiroso, derrotado, mas hoje te chamam de “Homem de Deus”, “Mulher de Deus”.

Para ter uma vida transformada por Deus, precisamos acertar nossas contas com Ele reconhecendo os nossos pecados e então Ele transforma nossa vida e muda nossa história.

Aquilo que Deus te prometeu, Ele vai cumprir!

Creia nisso!

Nele, por Ele, para Ele.

Fonte: Pr. André Lepre

Published in: on junho 30, 2010 at 10:06  Comments (4)  

Debate entre Marina Silva e líderes evangélicos promovido pelo Fenasp

Após participar de encontros e debates com diversos segmentos da sociedade para apresentar suas propostas de governo, a senadora e pré-candidata à presidência da República, Marina Silva, reuniu-se com líderes e pastores evangélicos. O encontro aconteceu no auditório da Faculdade Evangélica, em Brasília.

Durante o encontro, Marina Silva disse que tem projeto político de desenvolvimento social para o Brasil, pois acredita que precisa haver uma transformação social no país.

A pré-candidata elogiou o trabalho social realizado pelo governo do PT, mas analisa que mais de 15 milhões de famílias ainda vivem em situação de pobreza extrema. De acordo com Marina, a crise financeira sempre existiu para os que têm poder aquisitivo baixo, mas como atualmente até os ricos sentem o impacto financeiro, os governos buscam soluções. “O Brasil precisa de uma transformação social, pois os que não sabem, não podem e não têm sempre foram desassistidos. Mas agora que os que sabem, podem e têm são afetados pela crise financeira há tanta mobilização e investimento”, afirmou.

Além das crises financeira e social, Marina destacou que o Brasil, assim como o mundo, enfrenta uma crise ambiental, mas o país pode sair na frente com políticas de desenvolvimento sustentável já que possui extensos recursos naturais. “A crise ambiental é algo dramático e terrível. É fundamental que haja uma mudança de visão para o aproveitamento dos recursos”, disse.

Ao longo da campanha, a senadora quer promover debates de alto nível que vão além de discursos morais, mas com argumentos firmes e coerentes. Quanto à religião, Marina diz que não vai satanizar nenhum segmento, mas tem seus posicionamentos e não vai fazer discursos diferentes para cada público. “Tenho minhas opiniões de assuntos como aborto, homossexualismo e liberdade religiosa. Jamais vou discriminar ninguém, mas o que penso será dito onde eu estiver e com quem estiver. Não ligo se não vão votar em mim por causa das minhas convicções, elas me dão o direito de ser quem sou. Se for eleita, vou governar para todos os segmentos e religiões da sociedade. Não podemos ser confundidos com discriminadores. O Brasil é dos brasileiros e eu entendo isso”, completou.

O debate foi uma iniciativa do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp). Entre os participantes, estavam os deputados federais Robson Rodovalho (PP/DF) e Victório Galli (PMDB/MT); o pastor presidente da Igreja Batista Central de Brasília, Vilarindo Lima; o presidente do Conselho de Igrejas e Pastores do Distrito Federal (Cipe/DF), Antônio Nascimento; o presidente do Fenasp, pastor Wilton Acosta; e a terceira vice-presidente do Fenasp e líder da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, apóstola Valnice Milhomens.

Depoimentos

“Nós esperamos uma surpresa de Deus, pois Ele é a nossa esperança. Temos que apoiar aqueles que, de fato, têm condições de apresentar uma proposta coerente. A  Mariana é uma candidata que pensa com pensamos. Temos que levantar a bandeira de Cristo na nação brasileira.”

Pastor Vilarindo Lima

“É importante que a igreja conheça a propostas daqueles que pleiteiam governar a nação. Eu estou convicta de que Deus chamou a Marina para guiar esta nação. Nós, cristãos, precisamos nos levantar e agir, pois quando o justo governa a nação se alegra.”

Apóstola Valnice Milhomens

“A Marina Silva é a Débora deste século. A nossa terra está doente e nós precisamos nos mobilizar. Deus está do nosso lado.”

Pastor Antônio Nascimento, presidente do Cipe

“Marina Silva é uma guerreira de Deus. Temos hoje um grande desafio. Está na hora de projetarmos Deus nesta nação.”

Bispo e deputado federal Robson Rodovalho

“Queremos um governo que também prime pelos nossos valores e nossas formações culturais. Precisamos ser ouvidos. O apoio à Marina pode ser o caminho para isso.”

Pastor Wilton Acosta, presidente do Fenasp

Fonte: IBCB

Published in: on junho 30, 2010 at 10:06  Comments (5)  
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