Lembra do Pinheiro? Ele recebeu alta!

Caros leitores,

Fiz uma visita ao nosso querido irmão e amigo e aqui está a prova do que DEUS FAZ! Ele recebeu alta do hospital e agradece a todos(as) que oraram por ele e doaram um pouco de sangue para que ele se recuperasse do grave acidente que sofreu. Eu também aproveito a oportunidade para agradecer a Deus e para dizer que Ele é o mesmo de ontem, hoje e eternamente! Eu só lamento por aqueles que não acreditam nos milagres do Pai… o Pinheiro NASCEU de novo!

OBRIGADAAAAAAAAAAA, SENHOR! Emocionada é pouco! Sem palavras…

Flávia Aleixo.

Published in: on outubro 23, 2012 at 14:11  Deixe um comentário  

Testemunho do pastor Samir Mustafá, um ex-muçulmano que encontrou a Jesus Cristo por meio da dor

Assista ao testemunho do pastor Samir Mustafá, um ex-muçulmano que encontrou a Jesus Cristo por meio da dor. Filho de palestino e mãe brasileira, Samir viveu por 31 anos no Islamismo. Em 1993 descobriu que estava com dois tipos de câncer: carcinoma e seminoma. Foi para Nova Iorque buscar a solução de seu problema no Hospital Memorial Sloan Kettering Cancer Center e deparou-se com um diagnóstico que dizia que ele teria no máximo seis meses de vida. Foi nessa hora que Deus operou um milagre na vida dele…

O pastor Samir nasceu em New Jersey, USA, é casado com Marilza Alves Garcia Dalia e tem três filhos: Sarah, Samir Junior e Sophia.

Flávia Aleixo.

Published in: on setembro 13, 2012 at 10:42  Deixe um comentário  

Entrevista da apóstola Baby do Brasil no Programa do Jô

Obrigada pela vida da aPÓPstola Baby do Brasil, Senhor!

Entrevista excelente! Baby do Brasil falou muitas verdades, brincando, e deixou o Jô Soares desnorteado, kkkkkk…

Deus transforma e ponto final.

Flávia Aleixo.

Published in: on abril 5, 2012 at 13:49  Comments (1)  

Você conhece o Junoca? Hoje é o dia! Vale muito a pena ler isto…

Compartilho com vocês um grande testemunho. Esse vai especialmente para aquelas pessoas que adoram murmurar e reclamar da vida.

“Muito prazer! Sou Maurício Campos Junior e meu apelido carinhoso é Junoca!

Flávia Aleixo e Junoca

Eu não nasci de parto normal. Foi um parto de fórceps (parto que utiliza um instrumento cirúrgico semelhante a uma colher, que se ajusta nos lados da cabeça do bebê para ajudar a retirá-lo do canal de parto, em casos de emergência ou sofrimento fetal). Ao que dizem, fiquei 15 minutos sem ar. Isso pode ser um dos possíveis motivos que ocasionou a paralisia cerebral que possuo.

Eu tenho duas irmãs, uma por parte de mãe, Thaia, e outra por parte de pai, Thainara. Elas duas possuem deficiência também, mas não é física. A mente delas é de criança, mas elas são muito inteligentes, até demais! Elas não moram atualmente comigo.

Eu nunca tive a oportunidade de estudar, mas minha mãe me ensinou a ler. Aprendi a maioria das coisas pela televisão e pelo rádio. Por último aprendi, sozinho, a escrever no computador. Gosto de desenhar e navegar na internet. Faço desenhos e escrevo com o pé utilizando um mouse adaptado. Eu mexo em tudo com o pé, qualquer coisa, e para telefonar eu uso o nariz. Eu nem sei como é que eu consigo fazer tudo isso.

Quando eu era pequeno estava ajoelhado perto da mesa de centro da sala e o cachorro da minha tia foi pegar um chocolate, que estava sobre a mesa, eu me assustei e abri os braços rápido assustando então o cãozinho Polo e, com o susto, ele me atacou mordendo o meu lábio. E a cicatriz está aí até hoje. Já sofri dois acidentes de carro.

Um com minha mãe, por volta de 1980 e o outro quando estava com minha tia, em 1990. No primeiro, o carro capotou e eu quebrei a clavícula. No outro, o carro da minha tia bateu em um poste e eu me choquei contra o pára-brisa e acabei cortando o rosto. Levei quase quatrocentos pontos. Tive também uma ruptura do canal salivar, mas essa, felizmente, cicatrizou. Em decorrência do segundo acidente, o meu olho não fecha direito, mesmo após ter feito algumas cirurgias plásticas.

Minha mãe morreu em 1989, em outro acidente de carro. Ela estava no carro com uma amiga, que não sofreu nada. Minha mãe ficou 27 dias no hospital antes de falecer. Depois da morte da minha mãe, minha irmã Thaia foi morar com o pai dela em São João Del Rei, em Minas Gerais. Eu fui morar com minha tia por parte de mãe, Cintia, mas nos finais de semana ficava na casa dos meus avós paternos, aos quais sempre fui apegado.

Eu era ateu e queria sair de casa. Queria ter um lugar meu. Depois de morar com minha tia, fui morar na 116 sul, apenas com minha enfermeira, Socorro, por cerca de sete anos. Eu fiz essa opção e não me arrependo, pois aprendi muito com essa experiência.

Eu tive muitos “amigos”, alguns deles me levaram a locais de prostituição com freqüência, como o Conic. Eu achava que isso era felicidade, mas sempre me arrependia depois. Era como um ioiô, sempre caindo, pedindo perdão, caindo novamente e assim por diante. Hoje sei que é pecado e que não vale a pena. ‘Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.’ Romanos 6:23.

Eu já tive depressão, porque eu gostei de alguém. Eu tomava remédio controlado. Depois eu resolvi parar de tomar o remédio, mas minha família achava melhor eu continuar tomando. Graças a Deus, consegui melhorar sem os remédios.

Eu nunca havia escutado sobre Deus e por isso não acreditava que Ele existia. Mas a Socorro pregava para mim diariamente. A primeira vez que ela me levou a uma igreja, não gostei. Depois ela me levou na Assembléia de Deus da L2 Sul (Igreja de um Novo Dia). Ao ouvir a orquestra tocar, a música mexeu comigo e eu disse à Socorro que queria ficar.

Foi assim que a Lili, minha querida amiga, apareceu em minha vida.

Infelizmente a Socorro precisou ir embora e ficou difícil para ir à Igreja. No mesmo ano perdi a minha avó paterna, vovó Loló. Foi um ano bem difícil para mim e por isso estava muito mal. Então um dia a Lili me ligou. Eu a conheci fazia 10 meses antes desse telefonema. Foi no dia que recebi um convite para um café da manhã na igreja e fui sem conhecer ninguém. A única pessoa que falou comigo e pegou meu telefone foi a Lili, mas depois disso perdemos o contato. Foi Deus que fez ela me ligar. Ela e sua mãe faziam questão de me buscar e me levar para Igreja. Foi fundamental para mim a sua ajuda para eu continuar firme na fé. Sou muito grato por todo apoio e ajuda que a Lili e a sua mãe carinhosamente me deram. Espero que Deus a abençoe no seu casamento e por toda vida.

Hoje continuo firme e forte no Evangelho de Jesus Cristo!

Em 17 de dezembro de 2004, me batizei nas águas. Durante o meu primeiro ano na igreja eu não falava com ninguém. Ninguém falava comigo porque achavam que eu não falava. Por outro lado, eu não conhecia ninguém e tinha vergonha e por isso não me manifestava. A Lili nessa época também se afastou. Até que um dia a Tâmara sentou do meu lado e deu um “oi” e eu respondi para ela “oi”. Ela ficou surpresa, pegou na minha cadeira, saiu comigo andando pela igreja e falando para as pessoas: “Gente, ele sabe falar e ler!” Isso aconteceu no período da manhã, no Congresso da mocidade, e quando foi à noite ela já me colocou no Coral da Mocidade. O Pastor Marco José falou sobre mim no Culto. Depois disso todos sabiam da minha existência e falavam comigo. Eu sou muito grato a minha amiga Tâmara, é minha melhor amiga!

Eu tinha muita vontade de trabalhar na Igreja, mas ninguém me dava oportunidade. Mas eu não desisti e continuei tentando, até que um dia conversei com o Magno que gostaria de trabalhar com qualquer coisa, pois não era inútil. Assim que ele ficou sendo o líder da TGC ele me convidou para trabalhar. Fiquei muito feliz e hoje eu dou testemunho da minha vida para as pessoas. Sou muito grato ao Magno por ter acreditado em mim e ter realizado um dos meus sonhos!
Observação: TGC = Tarde da Graça Cristã. A cada segundo sábado do mês vou para uma cidade carente para falar do amor de deus e dar o meu testemunho.

Atualmente vivo com minha tia Bea (Beatriz), por parte de pai, desde que minha avó morreu. Não moro com meu pai, pois ele vive em Goiânia e eu prefiro morar em Brasília, pois a minha vida é aqui e estou acostumado. Todos os dias ouço uma rádio evangélica e essa é uma forma que encontrei de falar de Jesus com minha família. Também fazia parte do coral da Mocidade! Costumo dar testemunho para as pessoas uma vez por mês na (TGC) Tarde da Graça Cristã!

Vivo uma vida normal, afinal de contas, SOU NORMAL e EU NÃO GOSTO quando as pessoas me tratam com pena, como se eu fosse um coitadinho, bebê ou surdo. Eu gosto de sair, ir ao cinema com os amigos e comer fora.

Já tive 3 namoradas. Duas delas eu conheci no Hospital Sarah Kubitschek.
A 1ª foi A ♥JAMILLA♥. O nosso namoro foi só VIRTUAL MESMO!
A 2ª foi A ♥MARINA♥. O nosso namoro foi MUITO REAL MESMO!
E a 3ª foi A ♥VALÉRIA♥. A gente se conheceu no orkut. O nosso namoro foi MUITO REAL MESMO!

Eu sou feliz como eu sou! O meu sonho é pregar a Palavra de Deus na minha cadeira! Além disso, também sonho em casar e ter uma família de verdade! Essa é um pouco da minha história e testemunho!”

Hoje à noite, 29.02.2012, o Junoca dará o seu testemunho, pessoalmente, na Igreja Batista Central, na L2 602/603 Sul, a partir das 20h. Todos(as) vocês estão convidados!

E aí, gente? Vocês ainda continuarão a reclamar da vida?

Obrigada, Senhor, por ter me dado a oportunidade de conhecer o Junoca! Maurício Campos Junior, Deus é contigo e tem o maior amor por você! Continue a espalhar o seu sorriso e a ser esse exemplo para todos(as) nós. Um grande beijo.

Flávia Aleixo.

Published in: on fevereiro 29, 2012 at 12:45  Comments (2)  

Entrevista de Sarah Sheeva no “Muito +” de Adriane Galisteu

Segundo a pastora Sarah Sheeva, em seu Twitter, esta foi a melhor parte de sua entrevista no programa “Muito+” da apresentadora Adriane Galisteu. Mais uma vez Sarah Sheeva surpreendeu com toda a sabedoria do Espírito Santo de Deus.

Flávia Aleixo.

Published in: on fevereiro 4, 2012 at 19:35  Deixe um comentário  
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